Não é algo muito comum, não é verdade? Isso porque a grande maioria dos médicos sequer aprendeu sobre sono durante a faculdade.
Sabemos faz tempo da importância do sono na vida dos seres humanos, mas nas últimas décadas começaram a ser feitos mais estudos, comprovando esse conceito e evoluindo inclusive com melhores opções de tratamento.
Já ouviu a expressão “dormi como um bebê?” Certamente não foi dita pela mãe de um bebê… O sono dos bebês não costuma ser tranquilo e ininterrupto.
Na verdade, o sono muda conforme a idade, inclusive o tempo de necessidade de sono. Quem é mais velho muito provavelmente já percebeu isso.
Existem aproximadamente 50 tipos de transtornos de sono documentados e esses distúrbios do sono estão cada vez mais prevalentes na população. Estudos relacionam esse aumento tanto com os altos índices de obesidade quanto com a agitação da vida modera.
Quem dorme mal:
– Aumenta o risco de Doenças do coração
– Diminui a Expectativa de Vida
– Tem pior produtividade no trabalho
– Pode ter dificuldade de concentração, de atenção, de memória e na linguagem
– Se a causa for apnéia do sono, aumenta o risco de Câncer e Demência
– Enfraquece o sistema imunológico
Alguns sintomas podem ajudar a perceber o mal dormidor: ronca, acorda cansado, não consegue se concentrar ou tem dificuldade de memória, engasga-se, tem dificuldade de iniciar o sono, acorda muito durante a noite, fica muito irritado, entre outros.
Se você ficou preocupado, procure o médico para ajudar a diagnosticar e tratar seu distúrbio de sono. Diferente do que muitos pensam, a grande maioria das pessoas não precisa de medicação controlada para dormir bem, mas de melhora de hábitos de vida e higiene do sono.

